IMAGENS, ÍCONES DA LITERATURA POÉTICA
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Domingo, Maio 14, 2006
05/12/06
Cerèbrum
(o livro dos desassossegados)
¿Los amuletos de mi vida * las pasiones * Él permanecerá quedarse por una noche *
En las estaciones de la existencia * La contraseña... La llave que abre la sensibilidad *
En Lisboa * Bali * O Madri * Aquí sea Barcelona * Allí usted en la fase *
El éxito del diamante * Yo aplaudo...¿
Morava bem ali ao nosso lado 1 livro.
Uma, duas, três... Tantas páginas ele teria.
Momentos, sim, aqueles instantes mágicos,
algumas vezes singulares,
outras, plurais vozes & estilos.
Bem próximo aos olhares críveis & indiscretos
dos exploradores do conhecer y criar.
Aquele objeto prenhe de indagações & respostas
executava sua missão nada impossível,
indicar o que escondia em seu corpo textual & sígneo.
Portanto, ele fora descoberto, paginado,
olhado, lido, copiado, modificado...
Não era mais algo morto ¿ estático.
Vivia, seus dias agora eram diferenciados
por cada um que dele participasse, não estava morto, existia...
¿...Transilvânia, a virgem americana, um destino manifesto...
Ao submundoferece... Após tornar Prometeu, um animal humano.
Zeus mand¿aos mortais Pandora, tutora de uma caixa de prazer...
A bela ninfa, prosa & curiosa, nem esperou para ver que sobre todos pairassem a eterna esperança. Narcisa & sedutora abriu-se ao mundo, em 53 estrelas do se-¿universo. Um grito visceral viria das montanhas, corvos deglutiam em chamas um corpo. Agora humanos berravam, urravam, um som épico & destruidor:
¿Não percam esta oportunidade internacional(...)Acordarão nos braços do tio Sam...¿
o fantasma ou a cultura?
1¿a voz soturna berra
"Sou e-u o se-u tesão que lhe espio".
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manu_negra @ 2006-05-12 10:25 said:
Fernando Pessoa
Poesias Inéditas
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Pálida sombra esvoaça
Pálida sombra esvoaça
Como só fingindo ser
Por entre o vento que passa
E altas nuvens a correr.
Mal se sabe se existiu,
Se foi erro tê-la visto,
Sombra de sombra fluiu
Entre tudo de onde disto.
Nem me resta uma memória.
É como se alguém confuso
Se não lembrasse da história.
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manu_negra @ 2006-05-12 10:25 said:
Ricardo Reis
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Para os Deuses
Para os deuses as coisas são mais coisas.
Não mais longe eles vêem, mas mais claro
Na certa Natureza
E a contornada vida...
Não no vago que mal vêem
Orla misteriosamente os seres,
Mas nos detalhes claros
Estão seus olhos.
A Natureza é só uma superfície.
Na sua superfície ela é profunda
E tudo contém muito
Se os olhos bem olharem.
Aprende, pois, tu, das cristãs angústias,
Ó traidor à multíplice presença
Dos deuses, a não teres
Véus nos olhos nem na alma.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
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manu_negra @ 2006-05-12 10:26 said:
Alberto Caeiro
XL - Passa uma Borboleta
Passa uma borboleta por diante de mim
E pela primeira vez no Universo eu reparo
Que as borboletas não têm cor nem movimento,
Assim como as flores não têm perfume nem cor.
A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
No movimento da borboleta o movimento é que se move,
O perfume é que tem perfume no perfume da flor.
A borboleta é apenas borboleta
E a flor é apenas flor.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
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manu_negra @ 2006-05-12 10:27 said:
Álvaro de Campos
Poema em Linha Reta
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
(cont.)
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manu_negra @ 2006-05-12 10:28 said:
(cont.)
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
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manu_negra @ 2006-05-12 10:30 said:
a (M)ursa de macunaíma
deitado de papos pro céu
s-eu sol-ar de abril
foi-se
Como foice a cortar
Olhares num fio afiadamente fio
octante aos pingares do sangue
Afluente dos canais marcianos
Viajo por noites 9 dias
aporto em se-us cais
Marina do mar sereia
Sou s-eu s'ou sua
canção dos mares & crateras da lua
a esperar pelas lebres de maio
a olhar nos lá-bios'e-uS
onhos de Alice m-a-r-av-ilhosa
no eclipsar totalitário de Sol
nu(a) de mão nos troços
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manu_negra @ 2006-05-12 10:31 said:
tanto faz dá-me ou me dá, a língua padrão não concerne ao poeta...
1 cigarro'utro, mais outro...
aquele pombo algo mais que 1 pássaro
certeiro correio do me-u gosto Sobre
Natural do lugar estranho
nas entranhas de um kardiakós
dói a dor semântica
Poli-
semicanemia dos extremos dantes
deste corpo vérsico, versos nus
sobre a tela
azul
neste phootoshop-i-n-g-a
que membebeda de farsas atuais & eterna-mente
o poeta, mais uma mentirinha
que não doa ou não sofra
& lírico sombreie opoema com efeitos
pós-modernos
pó-de-goa
pó-de-mico
pó-de-pedra
simplesmente
pó do homem
sobre o lameirão
que me lameia
sou a cor da chuva sobre aterra
souma poesia suja
(suada)
A vida em liquidação Liq*uida - líquida... gente
a profecia do fim
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manu_negra @ 2006-05-12 10:33 said:
Josefa Francisca C. Jesus
Ame, como se ninguém nunca houvesse feito sofrer...
Trabalhe, como se não precisasse do dinheiro...
Dance, como se ninguém estivesse olhando...
Cante, como se ninguém estivesse ouvindo...
Viva, como se fosse no paraíso!
Curta o que de melhor a vida lhe oferece com toda intensidade,
como se fosse o último dia de sua vida ...
A vida muitas vezes é curta,
mas mesmo assim seu caminho é longo.
Nela aprendemos a sorrir, chorar, amar,
sofrer e a renascer, para amanhecer e termos um lindo dia...
Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje...
o ontem já passou... e o amanhã...talvez não chegará...
Venha vc tbm fazer parte deessas comunidades entre e
fique a vontade..............bjãooooooooooooooooooo
Todos os seu sonhos se realizem..................
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manu_negra @ 2006-05-12 10:35 said:
Poema de Carlos Drummond de Andrade
para Hilda Hilst
Abro a folha da manhã
Por entre espécies grã-finas
Emerge de musselinas
Hilda, estrela Aldebarã.
Tanto vestido enfeitado
Cobre e recobre de vez
Sua preclara nudez
Me sinto mui perturbado.
Hilda girando boates
Hilda fazendo chacrinha
Hilda dos outros, não minha
Coração que tanto bates.
Mas chega o Natal
e chama a ordem Hilda.
Não vez que nesses teus giroflês
Esqueces quem tanto te ama?
Então Hilda, que é sab(ilda)
Manda sua arma secreta:
um beijo em morse ao poeta.
Mas não me tapeias, Hilda.
Esclareçamos o assunto.
Nada de beijo postal
No Distrito Federal
o beijo é na boca e junto.
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3tg @ 2006-05-12 10:39 said:
Eu conheço esse poema.. é muito bom!!!!
;)
Obrigado por compartilhar.
Espero que vc tenha um ótimo fim d semana.
beijos
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acravo98 @ 2006-05-12 10:57 said:
bom dia rimão da raiva
o teu universo de palavras
cruza o meu no amor a pessoa
abraço das ondas
postado por: Baby Granada 11:41 PM
Comments:
Sábado, Maio 06, 2006
FADA MACKENZIE
(o terreiro de mãe Ingrácia)
u¿mágico desejo de ser amada
, bella ou apenas 1¿a imitação *deum corpo *( Pirataria )
, correria o risco de ser uma simples mercadoria
. a noiva de Copacabana + Des-falecida +
, desgraça não seria uma linda Paisagem
, 2 corpos deitados nas areias noturnas
aos olhos de iemanjá
sua diva
... naquele pequenino cômodo, Úmido & Sombrio
, ouviam-se apenas gemidos
, no outro
, 1 murro no espelho
, estilhaços & uma onomatopéia ¿ S-p-l-a-s-h
! 7 anos de azar
y o amor se p-a-r-t-i-a
deflorado pelo imaginário quadro patológico - Paixão
... me- us pensamentos moravam no ritual de minalma
, naquele engenho dentro de mim ¿ Encantado
, doía-me a piedade
... sofria na pele como uma cascadura sinistra
, os atabaques batiam eme-u coração suburbano
, a minha ((((Gira ))))
, a fada feiticeira
, o charuto a cachaça & o Cabalismo
... a beleza seria 1¿a utopia
, a feiúra uma circunstancia miserável
, nada mais era mágico
ou
milagreiro
, tornara-me 1 palhaço - uma alegoria(Arrelia)
, motivos de risos & chacotas
y o circo era o 3º mundo
, morrera em mim a
b
a
i
l
a
r
i
n
a
, ritos & sodomias
, azaria da tortês do quadro cênico
...
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manu_negra @ 2006-05-04 10:15 said:
POESIA ESCOLHIDA
http://www.secrel.com.br/jpoesia/1saramago.html#fala
José Saramago
Fala do velho do restelo ao astronauta
Aqui, na Terra, a fome continua,
A miséria, o luto, e outra vez a fome.
Acendemos cigarros em fogos de napalme
E dizemos amor sem saber o que seja.
Mas fizemos de ti a prova da riqueza,
E também da pobreza, e da fome outra vez.
E pusemos em ti sei lá bem que desejo
De mais alto que nós, e melhor e mais puro.
No jornal, de olhos tensos, soletramos
As vertigens do espaço e maravilhas:
Oceanos salgados que circundam
Ilhas mortas de sede, onde não chove.
Mas o mundo, astronauta, é boa mesa
Onde come, brincando, só a fome,
Só a fome, astronauta, só a fome,
E são brinquedos as bombas de napalme.
(In OS POEMAS POSSÍVEIS, Editorial CAMINHO, Lisboa, 1981. 3ª edição)
Remetente: Alicia - alicevilafabiao@mail.telepac.pt
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manu_negra @ 2006-05-04 10:16 said:
LETRA DE MÚSICA ESCOLHIDA
Candeia
Maria Madalena da Portela
EU FUI ENGANADO MEU BEM POR ELA MARIA MADALENA DA PORTELA
EU ENTRAVA PELA PORTA MAIS FUGIA PELA JANELA QUEM ME
ENGANAVA MARIA MADALENA DA PORTELA ESTA NEGRA É VADIA ESTA
É MEGERA QUEM ME ENGANAVA MARIA MADALENA DA PORTELA NO
FINAL DESTE ANO PROMETI CASAR COM ELA A IRMÃ DE ESTELA
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manu_negra @ 2006-05-04 10:18 said:
http://www.fotolog.com/abdlaziz
O olhar de Murilo Mendes
O olhar de Murilo Mendes abre-se às forças da origem
e num lento silêncio até ao fundo do imóvel
inaugura a nupcial articulação.
Vazio e presença, ruptura e aliança
na atenção aguda à evidência e ao enigma.
Os deuses mostram-se então na imobilidade do ar
e no puro instante da contemplação irisam-se.
E o olhar abre-se imensamente às nascentes nocturnas
captando o eco perdido em cada coisa.
Nessa glória que ilumina tudo, é alta e rapidíssima
a língua da visão que contorna os confins
e deixa transparecer o indivisível círculo
que em si preserva o silêncio divino e o fulgor
de umas quantas palavras que pulsam como estrelas.
In: Facilidade do Ar (1990)
António Ramos Rosa
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manu_negra @ 2006-05-04 10:19 said:
http://www.fotolog.com/familia_aseff
El general Leandro Gomez
señores tengan presente
señores tengan presente
El general Leandro Gomez
tenia una esrella en la frente.
El general Leandro Gomez
patria mia por quererte
patria mia por quererte
el general Leandro Gomez
grito:`Independencia o Muerte`
Y en las bocas del Misterio
el general Leandro Gomez afirmò:`Muera el Imperio`
se afirmò:`Muera el Imperio`
El general Leandro Gomez le hizo una marca de luz
le hizo una marca de luz
el general Leandro Gomez
al cielo de Paysandù.
Señores,la historia canta
Leandro Gomez se levanta
de su muerte y se agiganta
Leandro Gomez se levanta
señores , la historia canta
Leandro Gomez se levanta
De su muerte y se agiganta!
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manu_negra @ 2006-05-04 10:21 said:
somos um parto
um corpo novo
que nasce
VIDA
que prossegue
nos guetos
nas grutas
nos destroços
nas sarjetas
nas lixeiras
nas celas
nos sanatórios
nas desigualdades
seremos
nunca
mais
objetos
... lolós encharcados nos lençóis mascarados
, cantatas dos alcalóides & éteres - Brasilha
: - Violência gratuita porra nenhuma
, paga na carne
, no corpo humano franzino
... perfumes confetes serpentinas - Fantasias
, agonia- alegorias de momentos não muito alegres
, o menino fugia no pavor da luz do dia
, diria
: - ali
, ali mesmo naquela rua eu via o medo e a injustiça do preconceito
... fantasticamente reais
! juro... o rei queria mais e mais dias em seu poder
, pouco lhe valeria aquele mínimo mandato de 4 dias
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manu_negra @ 2006-05-04 10:22 said:
LEIAM
CONTO ESCOLHIDO DO DIA
O homem de cabeça de papelão
João do Rio
http://www.releituras.com/joaodorio_menu.asp
No País que chamavam de Sol, apesar de chover, às vezes, semanas inteiras, vivia um homem de nome Antenor. Não era príncipe. Nem deputado. Nem rico. Nem jornalista. Absolutamente sem importância social.
O País do Sol, como em geral todos os países lendários, era o mais comum, o menos surpreendente em idéias e práticas. Os habitantes afluíam todos para a capital, composta de praças, ruas, jardins e avenidas, e tomavam todos os lugares e todas as possibilidades da vida dos que, por desventura, eram da capital. De modo que estes eram mendigos e parasitas, únicos meios de vida sem concorrência, isso mesmo com muitas restrições quanto ao parasitismo. Os prédios da capital, no centro elevavam aos ares alguns andares e a fortuna dos proprietários, nos subúrbios não passavam de um andar sem que por isso não enriquecessem os proprietários também. Havia milhares de automóveis à disparada pelas artérias matando gente para matar o tempo, cabarets fatigados, jornais, tramways, partidos nacionalistas, ausência de conservadores, a Bolsa, o Governo, a Moda, e um aborrecimento integral. Enfim tudo quanto a cidade de fantasia pode almejar para ser igual a uma grande cidade com pretensões da América.(CONT.)
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acravo98 @ 2006-05-04 10:30 said:
bom dia meu irmão
cada dia me sinto
mais pequeno
com a tua força
abraço das ondas
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AMIGOS & AMIGAS @ 2006-05-04 10:38 said:
Michelle: ............................
M'
eu
não
sou
Kruela
soul
tua
My
CIDA: Desconheço o nome daquela rua
Não conheço aquela casa
Nem reconheço quem lá mora
Se Demoram - nem espero
Pouco importa que me rejeitem
Se Fecham portas & janelas quando passo
Faço de conta que não existo
Se não existo
Invento minha vida
Inventei a sala do poeta na minha comunidade...pena que tenho tido pouco tempo para transcrevê-las para o forum...mas sempre que posso o faço pois amo sua poesia.
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AMIGOS & AMIGAS @ 2006-05-04 10:43 said:
Simone: Ahhhhhh... o delicioso e mirabolante James Joyce:
"Frescamaciadas de bálsamos suas mãos me tocavam, acariciavam: seus olhos sobre mim não se me refugiam. Arrebatado sobre ela eu jazia, os lábios todos todo abertos, beijava sua boca. (...)Vida juvenil, seus lábios me davam num abrocho. Macios, quentes, gomigelatinosos lábios grudentos. Flores eram seus olhos, me toma, olhos querentes.
JuLiaNe: Poeta!
Tuas palavras me desarmam.
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BAIXEM MP3 @ 2006-05-04 10:54 said:
http://www.quicktopic.com/23/H/arpGw26iy8k
MP3 INÉDITOS DE LOS HERMANOS
& JOÃO GILBERTO
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jay33jay @ 2006-05-04 11:58 said:
2 dias seguidos com Saramago
(sem desprestigio para os outros, claro!)
fico todo orgulhoso ehehehhehe
tem um dia bom Chiquito
postado por: Baby Granada 11:38 PM